Como tirar o melhor partido da viagem a Siem Reap

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Fora a visita aos templos, não há muito para fazer em Siem Reap. Dois a três dias são mais do que suficientes para conhecer a cidade.

O QUE VER / FAZER EM SIEM REAP:

Os Templos de Angkor

Apesar do Angkor Wat ser o templo mais conhecido, existem cerca de 45 templo espalhados pela cidade de Angkor. Seleccione os que mais lhe interessam e prepare-se para levar “um banho” de história. Veja o meu artigo com todas as dicas.

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Assistir ao Festival da Água

Por coincidência, o dia que guardei para conhecer a cidade, era um dia muito importante para a população cambojana, sendo mesmo feriado nacional. Celebram entre outros feitos, a mudança do curso da água, que é muito importante para as atividades piscatórias e para a agricultura.

Adorei assistir de perto às comemorações do dia da água, em que toda a cidade se mobiliza para ver um concurso de pirogas, que dura a tarde toda.

Cada piroga leva mais de 30 tripulantes e cada qual representa um bairro ou entidade de Siem Reap. A rua veste-se a preceito, há comida para todos os gostos e a população junta-se nas margens do rio, para apoiar a sua equipa.

Esta celebração costuma acontecer em Novembro, mas sem data certa, por isso esteja atento ao calendário.

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Uma massagem ou um fish spa

Por toda a cidade, mas com maior oferta junto da zona do mercado ao ar livre, aproveite a oportunidade de relaxar gastando pouco dinheiro. Ou acha que 5 euros por uma massagem de 1 hora é muito?

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 Dar um pé de dança na Pub Street

A Pub Street é muito fácil de localizar. Com letreiro iluminado, esta é a rua para quem procura diversão. Eu fui até ao Temple Club, um clube com três pisos, que além de discoteca serve comida e onde a animação é garantida. Se quiser apenas beber um copo e estar a dançar num ambiente mais relaxado, aconselho o bar Angkor What?.

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Mas a festa também se faz na rua, clique no link e perceba como.

Comer um tradicional barbeque khmer

Existem restaurantes por toda a cidade onde pode comer o tradicional bbq e aconselho a experimentar, nem que seja pela experiência. Legumes e noodles acompanham a carne de cobra, de crocodilo, de canguru, pernas de rã, o camarão… As carnes sabiam-me tudo ao mesmo, além de que pareciam de borracha, mas prove, nem que seja pela piada de poder dizer que comeu essas carnes estranhas.

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Visitar o Wat Preach Prom Rath

No centro da cidade existe este templo que merece a visita, nem que seja para tirar umas fotos.

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Fazer compras no Mercado e regatear muito!!!!!!!!!!!

Se eu achava os preços na Tailândia baratos, aqui são ainda mais baratos, por isso regateie tudo. Bom para comprar roupa do estilo hippie, não faltando as “famosas” calças com os elefantes.

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Parar no Sister Srey Café para comer algo saudável

Este café de estilo europeu é muito frequentado pelos estrangeiros, principalmente por viajantes solitários. A comida é saudável e saborosa e o ambiente muito descontraído, por isso vale mesmo a pena. Além de que está ligado a um projeto solidário.

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Mas se quiser comer algo mais típico, tem que provar o Fish Amok

O fish Amok é o prato mais conhecido no Camboja e consiste num peixe feito ao vapor num caril de coco e servido em folha de banana. Acompanha com arroz. Na maioria das vezes é muito picante, por isso cuidado.

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Ou se quiser deliciar-se com algo mais exótico, aposte nos insetos como aperitivo

Confesso que não é dos meus snacks preferidos, mas acredite que eles os comem sem nenhum problema. Talvez seja por isso, que não via baratas pelo chão das ruas…

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Tente ver algum ritual de agradecimento

Vi muitos rituais de agradecimento, mas o que achei mais curioso foi um a que assisti quando seguia pelos templos. Passei por uma casa onde um casal estava a ser abençoado com um banho de água, assim como a casa e o carro. São estas experiências que me fazem adorar conhecer diferentes culturas.

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Evite conduzir a todo o custo

É o caos! Bem, em Hanói, no Vietname, o trânsito ainda consegue ser pior, mas mesmo assim, eu também não arriscava aqui. Vale tudo, desde seguir em sentido contrário até 4 em cima de uma moto…

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A considerar uma visita ao Tonlé Sap Lake e à Floating Fishing Village

Este era um dos passeios que tinha programado, mas depois de ter feito alguma pesquisa, percebi que as excursões a este local, está muitas vezes envolvida em esquemas… Ora cobram um preço, ora cobram outro e a pessoa chegando lá acaba por ter que pagar o que lhe apetece… Como achei que já tinha visto tanta maravilha, não senti que este passeio me fosse acrescentar muito mais, até porque odeio sentir-me “enganada”.

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Durma em descanso no Villa Um Theara

Este pequeno hotel, não tem mais de dez quartos e pelo módico custo de 20 euros noite o quarto duplo, está mais do que bom. O pequeno almoço está incluído, os quartos têm AC e ainda tem uma piscina para se refrescar. Tudo isto no centro da cidade, mas sem sentir que está no meio da confusão.

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Como chegar/partir

– Cheguei de avião com a Vietnam Airlines, vinda de Da Nang. O visto fazes à entrada, no aeroporto, só tens que ter uma foto pequena. Custa 25 USD.

– Parti de autocarro para a Tailândia, para viver o espírito do atravessar a fronteira a pé. Foi uma aventura e não recomendo. Além de que não se poupa assim tanto em relação ao avião. Levei 10 horas a chegar a Banguecoque, numa carrinha de 12 pessoas, onde iam 15, por estradas cheias de buracos e lombas, com imensas paragens pelo meio. Parecia um pesadelo, que só era atenuado pela conversa simpática que se vai mantendo com os restantes turistas.

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